RContas 2015 - page 16

Demonstrações Financeiras
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3 RELATÓRIO E CONTAS
Em cumprimento dos estatutos da CALCOB - Cooperativa Agrícola de Oliveira do Bairro e
Vagos, CRL, apresentamos, com referência ao período de 2015, o relatório de gestão da nossa
Cooperativa, com Capital Social variável e ilimitado, matriculada na Conservatória do Registo
Comercial de Oliveira do Bairro sob o n.º 501109420 e com sede no concelho de Oliveira do
Bairro.
Através do presente relatório de gestão, vem a Direção da Cooperativa dar conhecimento aos
Sócios e terceiros, que com a Cooperativa têm relações, de alguns aspetos que considera mais
relevantes e relacionados com a atividade desenvolvida pela mesma no período de 2015.
Assim:
3.1 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE DA CALCOB
3.1.1 C
ARACTERIZAÇÃO
G
ERAL
Podemos contextualizar este ponto recorrendo a análises que nos demonstram como o ano de
2015 foi difícil, a nível económico, financeiro e também com incertezas políticas.
O crescimento da economia Portuguesa depende muito da credibilidade que o Estado
Português, conseguir conquistar a nível internacional e junto do seu povo. A crise em Portugal
derivou de um acumular de desequilíbrios estruturais, para o qual se tomaram medidas
altamente restritivas, e com as quais a perda de rendimento líquido foi uma consequência
direta.
A crise internacional atingiu Portugal, pois a globalização a que estamos sujeitos, resultado do
alargamento da união europeia e a inserção na área do euro, potenciou desequilíbrios da
oferta. A crescente solicitação de crédito para suprir despesas internas, gerou défices externos
significativos. É urgente o equilíbrio das contas públicas, com ajustamentos orçamentais, por
forma a diminuir o endividamento.
Sendo a agricultura do setor primário, podemos por analogia carateriza-la como indispensável
para o país. A transformação de recursos naturais em matérias-primas é a forma mais básica
de apresentação. Mas, até que ponto Portugal é autossuficiente nestes produtos? Será
sustentável a manutenção e o dispêndio de recursos no sector? Até que ponto a CALCOB é
saciada das suas necessidades, com recurso aos seus associados? E os associados, como
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